segunda-feira, julho 12, 2010

e hoje, é para ti que eu escrevo

Eu sinto a sua falta, babe. Eu sinto a sua falta, como nunca havia sentido antes.
Sinto falta das noites de verão, com a brisa quente batendo em nossos corações, aquecendo com insipirações que seja lá de onde vinham.
Tanto o que falar, tanto o que aprender.
Ainda sentarei em frente ao beco daquela cidadezinha que consta ao sul do país, onde geralmente poucas pessoas gostam de viver, só pra te ver feliz e te ver falar coisas tão bonitas novamente. Me insipar a escrever novamente, coisas que eu já não escrevo mais.

mais um ponto

Tem gente que só vai ver que amou, quando ver que passou, mesmo
Tem gente que só vai ver que era feliz quando passar, mesmo
Tem gente que só vai organizar seus sentimentos depois, mesmo
Tem gente que só vai querer voltar atrás tarde mais, mesmo

Tem gente que só vai dar valor quando perder, mesmo

sexta-feira, julho 09, 2010

um ponto

quando eu falo, fico irritada, braba, triste e de mal com o mundo. será melhor não falar?

terça-feira, julho 06, 2010

algum dia desses...

eu? Não sei mais o que eu quero não. Acho que cansei de procurar ou esperar, até mesmo planejar o que pode acontecer.
Descobri que eu não posso fazer nada mesmo a não ser esperar. Mas esperar é o que eu não quero fazer mais. Acho que quero viver mesmo.

domingo, julho 04, 2010

.

As vezes eu começo a perceber como as coisas estão mudando rápido desde que eu fui embora na cidade onde morei e como algumas pessoas mudaram também e ficaram idiotas. E em tão pouco tempo.
Ai bate uma tristeza, uma vontade de não voltar mais pra não precisar encarar isso no futuro. Voltar e ter que fazer as mesmas coisas de sempre, as mesmas rotinas e os mesmos lugares chatos pra sair, e ainda mais com algumas pessoas mudadas, a vontade que dá é de chorar.
Fazem dois meses e eu já tenho medo de encarar a minha volta.
Quero voltar, mas já tenho medo e tristeza de encarar.

sábado, julho 03, 2010

saudade

Aprendendo a lidar com ela. Começando realmete a entender o sentido dela. Antes não, pequena experiência, com coisas tão simples e pequenas que eu imaginava serem tão grandes, tão tola eu.

Tem gente que fala da boca pra fora, tem gente que não entende ou que simplismente não sente.
Agora tão distante, posso sentir, sim. e acho que é isso mesmo. E com ela vem o medo de tantas outras coisas.
É entender e não entender ao mesmo tempo, tudo que eu posso sentir.
A saudade é uma coisa que machuca quando está presente em mim.
E eu não sei lidar muito bem com isso, poucas coisas, infelizmente, eu sei lidar nessa vida. Mas estou aprendendo, a cada dia que passa, a me conhecer e tentar lutar contra o que eu não quero sentir, pra não ter que mostrar aos outros realmente o que eu sinto.

voltando ao blog, não consigo ficar sem escrever aqui. Dá saudade. Por que essa maldita existe?

sexta-feira, junho 04, 2010

04, junho

É muito compromisso pra mim viver a minha vida, escrever aqui, escrever no meu diário, escrever no some-big-jumps e ainda dar notícias aleatórias para outras pessoas.
Resolvo deixar esse blog até eu voltar para o Brasil.

sábado, maio 08, 2010


"Eu me sinto superfeliz quando encontro uma pessoa tão confusa quanto eu." Caio F.

domingo, maio 02, 2010

02, maio

Eu sou assim. Eu sou assim porque aprendi a ser assim. Aprendi a ser assim porque foram assim comigo. E é assim que eu sou agora. Não tenho culpa de só ter aprendido ser dessa forma, é o que eu consigo ser, para me proteger do que eu não quero sentir.

segunda-feira, abril 19, 2010

19, abril

Não. Na verdade ninguém sabe ao certo o que acontece no interior de um coração pequeno e cansado. Nem mesmo quem o possui. Corações às vezes mudam muito rápido. Crescem, diminuem novamente, e quebram, se desfazendo em mil pedaços, mas podem também juntar todas as milhares de pecinhas e formar um novo, sem nenhuma aparente derrota. O tempo passa, claro que passa. E leva com ele muita coisa que não precisava levar também.

Quero.hmm...quero sim.

domingo, abril 18, 2010

18, abril

undefined.

É isso mesmo

sexta-feira, abril 16, 2010

16, abril

A vida tá de brincadeira comigo.
Será que dá pra alguma merda de coisa dar certo?
Faz tempo que algo surpreendente acontece na minha vida, tempinho hein
hey. tá na hora eu acho né

segunda-feira, abril 12, 2010

Ver

Não, não é. As idéias e os pensamentos podem ser varridos pela loucura, pelo vento que sopra dos outros, o vento do desprezo ou da inveja, qualquer um dos ataques que saem de quem nada tem a dizer. O medo vai embora com o apagar da luz; A luz vai embora, ao se fechar os olhos. Os olhos vão embora, algum dia, no apagar da vida.
Mas quando se sente é diferente, porque não se consegue evitar. Algumas sensações são tão fortes, tão pesadas que nos deixam cabisbaixos, ou nos fazem inclinar a coluna um pouco pra trás e olhar em frente, confiantes.
O sentir não está preso a gente, ele é parte da gente, como tentáculos, não como cordas. Como dedos, não como cabelos.

E idiota mesmo é quem vaia as cortinas fechadas, enquanto lá atrás alguém fala o texto inventado na hora, como no improviso que é viver. E esse alguém ergue a voz, mas quem vaia não escuta, e a cortina continua fechada por opção de  quem está de fora. Afinal, a intromissão é a única participação que pode ter alguém  que não é importante de verdade.

E de verdade é quem acredita, quem acredita no que ainda não existe.

Sonhe.

domingo, abril 11, 2010

11, abril

Não sei nem o que escrever, na verdade, não sei nem o que estou sentindo hoje realmente.
Sinto que estou vivenciando uma mentira, uma história ridícula e idiota na qual eu sou a idiota e por trás de todo esse espetáculo as pessoas estão rindo de mim, rindo desse lixo que eu acredito ser algo bom pra mim. Acreditando em cada coisa, e ninguém é capaz de me avisar o que eu estou fazendo. talvez por pena. Sempre achei essa palavra fútil, ter pena é a pior coisa que alguém poderia sentir. Antes raiva, mas não pena.

Calma, 5 dias. um novo lugar. grandes expectativas.
Só quero que no final as coisas sejam como eu quero, como eu espero.
Claro que sim. Quero viver tudo...mas quero saber o final, por quê?

sábado, abril 10, 2010

Efêmero. Este é o adjetivo, a palavra que resume essa existência, a nossa existência.
Vivemos no segundo andar de uma casa sem alicerces. E os nosso vizinhos não vem visitar, pois não podem subir até aqui. E como descer sem se machucar na saída?