segunda-feira, abril 19, 2010

19, abril

Não. Na verdade ninguém sabe ao certo o que acontece no interior de um coração pequeno e cansado. Nem mesmo quem o possui. Corações às vezes mudam muito rápido. Crescem, diminuem novamente, e quebram, se desfazendo em mil pedaços, mas podem também juntar todas as milhares de pecinhas e formar um novo, sem nenhuma aparente derrota. O tempo passa, claro que passa. E leva com ele muita coisa que não precisava levar também.

Quero.hmm...quero sim.

domingo, abril 18, 2010

18, abril

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É isso mesmo

sexta-feira, abril 16, 2010

16, abril

A vida tá de brincadeira comigo.
Será que dá pra alguma merda de coisa dar certo?
Faz tempo que algo surpreendente acontece na minha vida, tempinho hein
hey. tá na hora eu acho né

segunda-feira, abril 12, 2010

Ver

Não, não é. As idéias e os pensamentos podem ser varridos pela loucura, pelo vento que sopra dos outros, o vento do desprezo ou da inveja, qualquer um dos ataques que saem de quem nada tem a dizer. O medo vai embora com o apagar da luz; A luz vai embora, ao se fechar os olhos. Os olhos vão embora, algum dia, no apagar da vida.
Mas quando se sente é diferente, porque não se consegue evitar. Algumas sensações são tão fortes, tão pesadas que nos deixam cabisbaixos, ou nos fazem inclinar a coluna um pouco pra trás e olhar em frente, confiantes.
O sentir não está preso a gente, ele é parte da gente, como tentáculos, não como cordas. Como dedos, não como cabelos.

E idiota mesmo é quem vaia as cortinas fechadas, enquanto lá atrás alguém fala o texto inventado na hora, como no improviso que é viver. E esse alguém ergue a voz, mas quem vaia não escuta, e a cortina continua fechada por opção de  quem está de fora. Afinal, a intromissão é a única participação que pode ter alguém  que não é importante de verdade.

E de verdade é quem acredita, quem acredita no que ainda não existe.

Sonhe.

domingo, abril 11, 2010

11, abril

Não sei nem o que escrever, na verdade, não sei nem o que estou sentindo hoje realmente.
Sinto que estou vivenciando uma mentira, uma história ridícula e idiota na qual eu sou a idiota e por trás de todo esse espetáculo as pessoas estão rindo de mim, rindo desse lixo que eu acredito ser algo bom pra mim. Acreditando em cada coisa, e ninguém é capaz de me avisar o que eu estou fazendo. talvez por pena. Sempre achei essa palavra fútil, ter pena é a pior coisa que alguém poderia sentir. Antes raiva, mas não pena.

Calma, 5 dias. um novo lugar. grandes expectativas.
Só quero que no final as coisas sejam como eu quero, como eu espero.
Claro que sim. Quero viver tudo...mas quero saber o final, por quê?

sábado, abril 10, 2010

Efêmero. Este é o adjetivo, a palavra que resume essa existência, a nossa existência.
Vivemos no segundo andar de uma casa sem alicerces. E os nosso vizinhos não vem visitar, pois não podem subir até aqui. E como descer sem se machucar na saída?